WePink é acionada pelo Ministério Público de Goiás por supostas práticas abusivas

O Ministério Público de Goiás (MPGO) entrou com uma ação civil pública contra a WePink, marca de cosméticos fundada pela influenciadora Virginia Fonseca, acusando a empresa de adotar práticas abusivas nas relações com os consumidores. A medida foi protocolada na quarta-feira (8), após o registro de mais de 90 mil reclamações apenas em 2024.

De acordo com a investigação, a empresa enfrenta denúncias de atrasos excessivos nas entregas, falhas no atendimento, falta de reembolso e exclusão de comentários negativos nas redes sociais. Há ainda relatos de produtos com defeitos e vendas sem estoque disponível.

O MPGO pediu à Justiça a suspensão temporária das lives de vendas da marca até que todas as pendências com clientes sejam resolvidas. O órgão também solicitou a criação de um canal de atendimento com resposta em até 24 horas, além de reembolsos em até sete dias.

A ação pede indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos, valor que seria destinado ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor. O órgão argumenta que os responsáveis pela empresa devem responder solidariamente pelos prejuízos causados aos clientes.

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