Moradores de um apartamento no Espírito Santo precisaram deixar o imóvel após a formação de uma colmeia de abelhas no interior das paredes e do teto da residência. A presença dos insetos foi percebida depois de sucessivas picadas e do surgimento de abelhas em áreas internas da casa.
A investigação do local apontou que as abelhas utilizavam uma abertura externa próxima ao apartamento para acessar a estrutura do prédio. Com o fechamento desse acesso por um vizinho, os insetos passaram a circular pelos pontos internos do imóvel, agravando a situação.
Um profissional especializado foi acionado e constatou que a colmeia ocupava grande parte do teto da cozinha. Para a retirada, foi necessária a quebra da estrutura, permitindo o uso de técnicas seguras para a remoção das abelhas e do mel armazenado.
Após o procedimento inicial, novos focos foram identificados dentro das paredes, exigindo mais intervenções no imóvel. Somente após a limpeza completa e as reformas estruturais a família conseguiu retornar à residência, encerrando o caso.



