O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, ocorrido em dezembro de 2025 em Caldas Novas, segue sem solução, enquanto a família aponta um histórico de disputas judiciais envolvendo o síndico do prédio onde ela morava e trabalhava.
De acordo com familiares, o administrador do condomínio responde a 12 processos relacionados à corretora. Entre eles, está uma denúncia do Ministério Público por perseguição, com agravante por uso da função de síndico, além de uma ação penal por lesão corporal registrada em 2025.
Daiane desapareceu após descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia. Imagens mostram que ela entrou no elevador, mas não há registros de sua saída do prédio ou retorno ao apartamento. A família sustenta que a corretora pretendia retornar rapidamente.
A defesa do síndico afirma que ele não figura como investigado no inquérito policial e que atua de forma colaborativa com as autoridades. A Polícia Civil mantém as investigações em andamento, analisando imagens, laudos periciais e outras informações reunidas ao longo da apuração.



