Uma intervenção cirúrgica realizada em um hospital do Recife resultou em graves sequelas neurológicas para a servidora pública Camila Nogueira, de 38 anos, que passou a viver em estado neurovegetativo após uma parada cardiorrespiratória durante o procedimento.
De acordo com relatos da família, a paciente estava em pleno estado de saúde quando foi submetida à cirurgia eletiva, indicada como segura por profissionais da área. Durante o ato cirúrgico, no entanto, teria apresentado dificuldades respiratórias prolongadas antes de evoluir para a parada cardíaca.
A defesa da família sustenta que sinais de emergência teriam sido ignorados pela equipe médica por vários minutos, o que teria provocado falta de oxigenação cerebral e danos irreversíveis. O caso foi formalmente encaminhado ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, que apura a conduta das profissionais envolvidas.
Enquanto o processo administrativo segue em análise, Camila permanece internada sob cuidados intensivos e depende integralmente de assistência contínua. Os familiares afirmam que buscam justiça e medidas que evitem que situações semelhantes se repitam com outros pacientes.



