A declaração do Imposto de Renda de 2026 deve ser aberta em março, seguindo o calendário tradicional adotado pela Receita Federal. O encerramento da entrega costuma ocorrer no fim de maio, sempre no último dia útil do mês, conforme ocorreu nos exercícios anteriores.
Para o preenchimento correto, os contribuintes precisam reunir os informes de rendimentos, que devem ser entregues até o fim de fevereiro por empresas, bancos e órgãos previdenciários. Quem não receber o documento poderá acessá-lo por meio da declaração pré-preenchida ou solicitá-lo diretamente à instituição responsável.
Estão obrigados a declarar aqueles que ultrapassaram os limites de renda definidos, tiveram ganhos com venda de bens, atuaram no mercado financeiro, possuíam patrimônio elevado ou receberam rendimentos no exterior. Também entram na lista pessoas que exerceram atividade rural com receita acima do teto legal ou que passaram a residir no Brasil ao longo do ano-base.
As restituições devem começar a ser pagas a partir do fim de maio, com liberação em lotes mensais até setembro. Já a nova tabela do Imposto de Renda, que amplia a faixa de isenção para rendas maiores, ainda não será considerada na declaração de 2026, pois só produzirá efeitos práticos no exercício seguinte.



