Na primeira sessão ordinária do segundo semestre, realizada nesta terça-feira (5), a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) abriu os trabalhos com uma pauta diversificada e marcada por temas de forte impacto social e econômico. Entre os destaques estiveram os pedidos de revogação da chamada “taxa do agro”, o compromisso com a erradicação dos lixões no estado e a repercussão de conquistas na área da educação pública estadual.
O deputado Gustavo Sebba (PSDB) apresentou requerimento pedindo o fim da cobrança de até 1,65% sobre produtos do agronegócio, reforçando que a recente taxação dos Estados Unidos a produtos brasileiros torna ainda mais urgente a extinção do tributo estadual. Paulo Cezar Martins (PL) também defendeu a revogação da taxa, alegando que o setor alimenta o país e não deve ser penalizado.
Na tribuna, Clécio Alves (Republicanos) relatou as visitas da Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões a diversos municípios goianos e reforçou o compromisso de buscar soluções concretas para o problema. Ele classificou a situação de muitas regiões como degradante e pediu mobilização institucional e técnica para enfrentar a realidade dos catadores e moradores que vivem entre resíduos.
Outros temas abordados foram os avanços da educação, lembrados por Virmondes Cruvinel (UB), a campanha Agosto Lilás, destacada por Bia de Lima (PT), e a situação da política nacional, com discurso crítico de Amauri Ribeiro (UB) sobre a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pauta da Ordem do Dia ficou para esta quarta-feira (6), em sessão presencial no Plenário Iris Rezende.



