O neurologista Ítalo Denelle Venturelli afirma ter encontrado, dentro de um hospital de Varginha, uma das criaturas ligadas ao caso que ganhou repercussão nacional em 1996. Segundo o médico, o ser estava em uma área isolada da unidade e apresentava aparência incomum, com cabeça alongada e olhos de tonalidade lilás. O relato voltou a circular após ele participar de uma produção documental sobre o episódio.
De acordo com Venturelli, o suposto encontro ocorreu quando retornou ao hospital para avaliar o estado de um paciente operado horas antes. Ele conta que foi chamado por um colega para ver algo “fora do comum” e que, ao chegar ao local indicado, encontrou a criatura atrás de uma estrutura improvisada. O médico afirma ter observado o ser por poucos minutos.
O profissional diz que não registrou imagens e que não manteve qualquer material relacionado ao episódio. Ele relata que, na época, foi procurado por diversas pessoas interessadas em possíveis gravações, mas sempre negou possuir registros. O relato ganhou novo alcance após o avanço das discussões sobre o caso na internet.
O tema voltou a repercutir também por causa de uma audiência pública destinada a tratar da presença de objetos voadores não identificados no país. Durante o encontro, especialistas voltaram a mencionar Varginha como um dos episódios mais conhecidos do assunto no Brasil, reforçando o interesse público sobre relatos de avistamentos e capturas de seres não identificados.



