O pedido recente de Murilo Huff pela guarda unilateral de Léo, filho que teve com Marília Mendonça, voltou a acender os holofotes sobre a fortuna deixada pela cantora. Avaliado em cerca de R$ 500 milhões, o patrimônio milionário inclui direitos autorais, empresas, imóveis e produções inéditas. Léo, de apenas 5 anos, é o único herdeiro legal da artista, morta em um acidente aéreo em 2021.
Atualmente, a guarda do menino é compartilhada entre o pai, Murilo, e a avó materna, Dona Ruth. Como Léo é menor de idade, quem tiver a tutela dos bens é também responsável pela administração da fortuna — e esse é um dos pontos mais sensíveis da disputa judicial. Apesar das especulações, o processo corre em segredo de Justiça, e nenhuma das partes revelou oficialmente os motivos do pedido de alteração da guarda.
A mãe de Marília, Dona Ruth, afirmou nas redes sociais que tudo está sendo feito com transparência. “O patrimônio do Léo está sendo muito bem protegido, inclusive submetido à prestação de contas na ação de inventário do patrimônio que a minha filha deixou e que está até hoje em andamento”, escreveu, rebatendo críticas. Ela ainda revelou que a divisão dos lucros foi feita com o consentimento da família: “O Léo ficou com 30%, e eu com 20%, quando entrei no escritório. Então, ficou 50% para ele e 50% para a família.”
Mesmo com o inventário ainda em aberto, Léo já recebe valores referentes à obra da mãe. Marília deixou 335 músicas registradas e segue gerando royalties — que, por lei, serão pagos ao herdeiro até o ano de 2092. Filmes e documentários também estão em produção e terão o lucro revertido para o filho. A disputa pela guarda, agora, levanta não só um embate legal, mas também moral, sobre quem deve cuidar da vida e da história deixada pela “Rainha da Sofrência”.



