Sócia de ONG investigada por fraude no INSS foi condenada por morte de criança

Um quiosque no Aeroporto de Brasília, conhecido por comercializar artesanato indígena, pertence a membros da Confederação Nacional dos Agricultores e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), entidade sob suspeita de desviar recursos do INSS. Entre os sócios está Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da confederação e um dos presos durante as apurações da CPI do INSS.

A outra sócia é Tehiana Gomes de Freitas Pataxó, nomeada para chefiar uma secretaria da Conafer meses após ter sido condenada a 13 anos de prisão por atropelar e matar uma criança na Bahia, em 2021. De acordo com a denúncia, ela conduzia o veículo sem habilitação e fugiu do local sem prestar socorro.

A CGU identificou que a Conafer teria descontado valores de benefícios de aposentados e trabalhadores rurais sem consentimento, totalizando cerca de R$ 688 milhões desde 2019. Relatos colhidos pelos auditores indicam que os beneficiários desconheciam as cobranças, realizadas de forma sistemática em diversos estados.

Mesmo citada na CPMI do INSS por receber R$ 214 mil de Carlos Lopes, Tehiana não é alvo formal da investigação parlamentar. O processo contra a confederação continua em andamento, e os envolvidos negam irregularidades.

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