Um projeto de lei apresentado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto, que reduz para 1% a carga tributária sobre a exploração e comercialização de esmeraldas, já conta com sinalização positiva do governador Daniel Vilela e pode abrir caminho para a chegada de milhões de dólares em investimentos no setor mineral goiano.
A proposta busca equiparar Goiás aos modelos tributários já adotados por Bahia e Minas Gerais, estados que possuem incentivos específicos para o mercado de pedras preciosas. Os estudos técnicos sobre o impacto econômico e fiscal da medida já estão sob análise da Secretaria da Economia do Estado, por determinação do governador Daniel Vilela.
O município de Campos Verdes, que já foi distrito de Santa Terezinha de Goiás, concentra uma das maiores reservas de esmeraldas do país e volta a despertar interesse do mercado internacional. Nos bastidores, lideranças políticas e empresários avaliam que a redução tributária pode recolocar Goiás entre os principais polos mundiais da mineração da pedra preciosa.
As esmeraldas são exploradas em poucos lugares do mundo, com destaque para Colômbia, Zâmbia e algumas regiões da África. No Brasil, a produção se concentra em três estados: Bahia, Minas Gerais e Goiás. A expectativa do setor é de que a nova política tributária fortaleça a competitividade goiana e impulsione a geração de empregos, renda e novos investimentos na região Norte do estado.



