Novos elementos reforçam suspeita de feminicídio em morte de PM em São Paulo

O caso da morte da policial Gisele Alves Santana teve atualização com a análise de dados do celular da vítima. De acordo com a investigação, o aparelho foi desbloqueado logo após o crime, o que levantou suspeitas de interferência nas evidências.

O marido da vítima, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, é investigado por ter apagado mensagens que indicariam o interesse da policial em encerrar o casamento. O conteúdo recuperado contradiz a versão inicial apresentada por ele.

Além disso, a perícia apontou sinais que colocam em dúvida a hipótese de suicídio, como marcas no corpo e indícios de manipulação do local. Esses elementos contribuíram para a reclassificação do caso como feminicídio.

Preso desde março, o oficial responde também por fraude processual. Paralelamente, a Polícia Militar conduz um processo interno que pode levar à perda do cargo, enquanto o caso segue em análise judicial.

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